Orientação
Coletiva – 03/05/13
No meu projeto de pesquisa inicial eu falava sobre espontaneidade e organicidade, e de que forma alcançar
esses estados na dança. No decorrer das aulas da residência eu percebi que o que eu vinha chamando de
espontaneidade, neste lugar de criação, é na realidade a “verdade interna”. A
organicidade um tipo de organizar o corpo de forma natural.. Com essa pequena crise de ideias, eu comecei
a depois dos encontros e experimentos de criação escrever, e foram surgindo
pequenos textos simbólicos. Nestes textos eu percebi que o que me movia para
organizar minhas ideias sobre o estudo era realmente a CRISE gerada
interiormente. Pensando nisso eu resolvi entrar nas experiências de crise, que me levaram a organizar melhor as informações pra tentar chegar à organicidade. Como
se o caminho oposto levasse ao destino desejado; entendendo antes o que não é
orgânico pra encontrar o que é.
Isto me levou a pensar que tipo de coisa seria inorgânica pro corpo. Muitas coisas! Resolvi nesta semana experimentar o excesso de força pra mover o corpo, que é um estado que nós normalmente estamos, inconscientemente, mesmo que em algumas partes do corpo apenas. Demandando energia desnecessária para executar uma ação simples. Experimentei tentar levantar do chão, partindo da posição fetal, sem acionar grupos musculares grandes, que normalmente fazem essa ação, e sim usando principalmente músculos dos braços, mãos e pés.
Escolhi o chão como ponto de partida por ele ter uma representação de enraizamento e também de conforto. A ação de levantar e sustentar-se com as próprias pernas é uma ação de grande organização corporal, no sentido físico, como emocional. Isso pode acontecer de forma orgânica, natural, quando os caminhos certos são utilizados. No caso desta ideia, eu escolhi os caminhos mais difíceis pra ir realmente contra a organicidade.
Isto me levou a pensar que tipo de coisa seria inorgânica pro corpo. Muitas coisas! Resolvi nesta semana experimentar o excesso de força pra mover o corpo, que é um estado que nós normalmente estamos, inconscientemente, mesmo que em algumas partes do corpo apenas. Demandando energia desnecessária para executar uma ação simples. Experimentei tentar levantar do chão, partindo da posição fetal, sem acionar grupos musculares grandes, que normalmente fazem essa ação, e sim usando principalmente músculos dos braços, mãos e pés.
Escolhi o chão como ponto de partida por ele ter uma representação de enraizamento e também de conforto. A ação de levantar e sustentar-se com as próprias pernas é uma ação de grande organização corporal, no sentido físico, como emocional. Isso pode acontecer de forma orgânica, natural, quando os caminhos certos são utilizados. No caso desta ideia, eu escolhi os caminhos mais difíceis pra ir realmente contra a organicidade.
No encontro da orientação tinha esta ideia em
mente, e a sensação do experimento feito antes, mas a movimentação que seguiu
foi uma improvisação.
"Pensar mão, expandir o tato. É esse condensar nas mãos que ressoam no tronco visceralmente. Permaneço, Insisto, Invisto. Como mover? Permaneço entre a ação e a consequência!Insisto em respirar.Invisto em saborear os caminhos que levam questão.A grande maré enveredada à uma conjugação extracorporal"
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