"Dançar é se expressar e vivenciar com o máximo
de intensidade, a relação do homem com a natureza, com a sociedade, com os seus
desejos e consigo mesmo. É estabelecer uma estreita relação entre o homem e a
natureza, é participar do movimento cósmico e do domínio sobre ele. A dança
também nos revela que o sagrado é também carnal e que o corpo pode ensinar o
que um espírito desencarnado não conhece: A beleza e a grandeza do ato quando o
homem não está separado de si mesmo, mas inteiramente presente no que faz.
(GARAUDY, 1980).
Este estado de plenitude que a dança pode
proporcionar quando de fato se está ali, presente, livre de quaisquer
preconceitos e preocupações é essencialmente uma atividade vital. De acordo com
Reich (1983) viver na plenitude é abandonar-se no que faz. “Pouco importa que
se trabalhe, que se fale com amigos, que se eduque uma criança, que se escute
uma conversa, que se pinte um quadro, que se faça isso ou aquilo”. (REICH,
1983, p. 32). Este artigo é escrito pensando justamente nas possibilidades de abandono
e plenitude do ser humano no âmbito da dança. Algumas formas de ensino mais
conscientes podem propiciar estes aspectos para as pessoas que buscam tal
aprendizagem. " (CAMARGO e THON, 2012)
Para quem tiver interesse continuar esta reflexão sobre o ensino da dança pode ler o artigo inteiro em: http://centroreichiano.com.br/congressos/2012/anais2012.htm

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